TECNOLOGIA: DO SMARTPHONE AO MERCADO FINANCEIRO

Atualizado: 4 de Nov de 2019


Publicado originalmente na revista Markets St.

Um dos grandes temas atuais é o impacto que a tecnologia tem e terá nas dinâmicas sociais, na economia e na vida profissional das pessoas. Claramente, a tecnologia é sempre aprimorada, porém, os ciclos de inovação, de disrupção e da mudança na organização social tem se tornado cada vez mais curtos. Basta imaginar que há 10 anos foi lançado o primeiro iPhone, enquanto hoje não passamos poucas horas sem nossos smartphones, que se tornaram o principal aparelho para o acesso da internet no Brasil já em 2016. As tecnologias da vez. No meio acadêmico, diversas frentes de trabalho estão sendo desenvolvidas e sua transposição para a vida prática tem potencial de promover incrível avanço no futuro breve. Dentre elas, a Inteligência Artificial (IA), as máquinas que são capazes de aprender sozinhas (Machine Learning) e o conceito de Internet das Coisas (IOT – Internet Of Things), vem causando burburinho ao redor do mundo. A IOT permite que equipamentos comuns estejam constantemente conectados à internet, de forma que possam colher dados em tempo real e alimentar sistemas com uma enxurrada de informações. Pode-se ter acesso desde a velocidade que um motorista desenvolveu indo de carro para a faculdade até as alterações de seus batimentos cardíacos se ele estiver usando um smart watch! Isso, aliado a sistemas de inteligência artificial, faz com que possamos usar essas informações para conseguir descontos em seguros de carros para bons motoristas ou até mesmo alertar um médico se tivermos leituras anormais de batimento cardíaco. Watson: a grande quebra de paradigmas. Desde a revolução industrial, a civilização deu-se conta de que trabalhos repetitivos e mecânicos estavam fadados a serem executados por máquinas. O que poucos acreditavam é que isso se estenderia também a trabalhos que exigem senso crítico, uma boa dose de subjetividade e escolhas não óbvias. Parece que o Watson, sistema computacional da IBM voltado à tomada de decisão, nos trouxe um primeiro indício sobre a resposta correta. Ele já foi utilizado para sugerir possibilidades de tratamentos para cura de câncer de pulmão em NY (desde 2011) até, mais recentemente, quando uma seguradora japonesa substituiu 32 de seus funcionários pelo sistema. E o mercado financeiro? Aos poucos, esse turbilhão tecnológico começa a se refletir na economia real e no mercado financeiro, com diversas Fintechs surgindo, reinventando processos, mudando a forma de pensar a intermediação financeira e a alocação de recursos em si. Grande exemplo são os investimentos recentes nos chamados “Robo Advisors”, que são capazes de orientar a diversificação das carteiras de investimentos de uma quantidade massiva de clientes, permitindo aliar escala com atendimento “personalizado”. Tais programas, ainda em fase inicial no Brasil, já tomaram proporções relevantes em economias mais desenvolvidas, e é bem provável que alocadores humanos de recursos passem a ter seus empregos ameaçados em breve. A educação deve se adaptar a tecnologia e não o inverso! Nós, da BTM Co., acompanhamos de perto as novidades e evoluções do mundo que nos cerca! Queremos sempre orientar nossos alunos da melhor forma possível para lidar com esse novo cenário, como as carreiras do mercado financeiro mudam com o tempo, quais as novas habilidades que os humanos precisam desenvolver para fazer um trabalho que máquinas ainda não conseguem e o que deve ser deixado de lado por não refletir mais a realidade. Apesar da quantidade incrível de dúvidas que surgem nesse novo mundo, temos uma única e forte convicção: o profissional da nossa geração terá que estudar a vida toda, além de ser extremamente adaptável.

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